A sacola ecológica, por ser reutilizável, associa a sua marca à imagem de uma empresa que age e se preocupa com um modelo ecologicamente sustentável, divulgando a sua mensagem em locais de grande circulação.

Faça o seu pedido

Por e-mail: ecobagconvenience@gmail.com
Por telefone: (81) 9962.0123 (75) 9800.0815

Estamos fazendo aniversário de 4 anos
e queremos compartilhar esse momento 
com você.

Para comemorar, estamos fazendo uma 
Super Promoção.

modelo para simples ilustração

Sacola de algodão cru
Tamanho 40x40cm
2 cores em silk screen

500 a 1.000 peças
R$ 3,30 cada (cambraia)
R$ 3,99 cada (lonita)

300 a 400 peças
R$ 3,90 cada (cambraia)
R$ 4,59 cada (lonita)

100 a 200 peças
R$ 4,50 cada (cambraia)
R$ 5,39 cada (lonita)


Contatos: ecobagconvenience@gmail.com
(81) 9962.0123 (TIM)
(75) 9800.0815 (Vivo)

Promoção por tempo limitado ou até durar o estoque (3.000 peças)

Troque o lixinho de plástico por saco de jornal

Mais uma ótima dica para você praticar em casa e no escritório. Em vez de usar saquinhos plásticos nas lixeiras, faça você mesmo um saco de jornal velho. É muito fácil! Veja a sequência na imagem abaixo.

De uma forma simples você estará ajudando o meio ambiente e servindo de exemplo a outras pessoas. Divulgue esta ideia!

clique na imagem para ampliar

Ecobag não é outdoor

Ecobag não é outdoor!

Casa de BotãoNannai Beach Resort Bremen

Alguns clientes ainda são relutantes em fazer pedido de sacolas reutilizáveis (ecobags). Geralmente esses clientes são varejistas do ramo de padarias, sacolões e pequenas redes de supermercados.

No geral, esses clientes entendem erroneamente que as sacolas retornáveis de algodão cru (ecobags) são substitutas naturais das sacolinhas plásticas, podendo então estampar nelas, em letras garrafais, o nome do estabelecimento, telefone, endereço, site, e-mail, etc. Aí está o maior dos erros. Se nas sacolinhas plásticas este é o padrão das estampas impressas, nas ecobags o padrão deve ser totalmente o contrário. Os consumidores, mulheres na grande maioria, desejam sim usar as ecobags e o fazem com o maior prazer e elegância, quando estas possuem uma arte bonita, alegre e interessante e que o nome do estabelecimento seja discreto, num cantinho da imagem. As mulheres não se importam que apareça o nome da loja ou supermercado. Elas se importam sim, que sejam bolsas bonitas, elegantes e que não se pareçam com um outdoor ambulante, porque ninguém deseja fazer propaganda de graça. Essa é uma grande sacada.




Temos inúmeros exemplos de clientes nossos que captaram esse comportamento e repetem inúmeros pedidos, sendo que a cada novo pedido, criam uma nova arte, despertando assim um desejo natural das consumidoras em continuar o uso de suas sacolas.

Para aqueles que se preocupam unicamente em divulgar a sua marca, ela será melhor percebida quando feita discretamente, aparecendo com elegância e sutileza junto à arte da sacola.


A dica é contratar um designer para elaborar uma arte com uma mensagem clara com assuntos ligados à ecologia, saúde perfeita, meio ambiente, etc. Custa muito pouco. Uma boa ação de marketing com ecobags, sai muito mais barato como retorno de investimento, que qualquer outro tipo de brinde existente no mercado. Muitos brindes ficam guardados nas gavetas, fora de circulação. Uma ecobag, com uma bonita arte, leva a sua marca a locais de grande circulação, com a vantagem de estar associando a sua marca à imagem de uma empresa que age e se preocupa com as questões do meio ambiente e de uma vida mais saudável.

Convenience Ecobag. Adote esta ideia!

Convenience Ecobag na Chapada Diamantina


Comunicamos que em breve estaremos produzindo também na região da Chapada Diamantina.

Teremos então duas localidades de produção: Em Condado, na zona da Mata Norte em Pernambuco e agora na Chapada Diamantina, na Bahia. Assim, continuamos contribuindo para gerar emprego e renda para populações de povoados de zonas rurais e para a sustentabilidade do meio ambiente.

E-mails:
ecobagconvenience@gmail.com
jjafil@yahoo.com.br

Novos telefones de contato:
(75) 9800.0815 (Vivo-BA)*
(81) 9962.0123 (Tim-PE)*

* Por estar numa zona de serras e montanhas, nem sempre os celulares funcionam bem



24/01/2012 13h35 - Atualizado em 24/01/2012 13h35

Saiba como ir às compras em SP após o fim das sacolas plásticas


Sacolinhas saem de circulação a partir de 25 de janeiro em mercados. Opções mais simples para compras semanais são as bolsas retornáveis.


Rafael Sampaio
Do G1 SP

A advogada Luciana do Rosário Pires, 33, que usa ecobag para fazer compras (Foto: Rafael Sampaio/G1)A advogada Luciana do Rosário Pires usa ecobags para fazer compras (Foto: Rafael Sampaio/G1)
Arte sacolinhas (Foto: Editoria de Arte/G1)
Consumidores já encontram uma série de opções para substituir as sacolas plásticas tradicionais dos supermercados de São Paulo, que vão deixar de ser fornecidas a partir desta quarta (25). O G1 percorreu supermercados de três redes (Carrefour, Pão de Açúcar e Sonda) e encontrou ao menos oito tipos diferentes de bolsas reutilizáveis - feitas de lona, de algodão, de plástico reciclado de garrafas PET, de tecido TNT e de ráfia (tipo de plástico, também conhecido como polipropileno). Os preços variam de R$ 1,99 a R$ 13,90, dependendo do modelo escolhido.
A orientação dada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) é que as redes ofereçam ao menos um tipo de sacola a preço de custo. Existem também outras opções: carrinhos com bolsas adaptadas, caixas de plástico dobrável, caixas de papelão e as sacolas biodegradáveis (chamadas também de biocompostáveis). Em todos os supermercados havia caixas de papelão gratuitas à disposição dos clientes, e também sacolas biocompostáveis - vendidas a R$ 0,19, em média.
As ecobags mais baratas são as de ráfia, vendidas a R$ 1,99 no Pão de Açúcar e R$ 2,90 no Carrefour. Já as bolsas feitas do material de garrafa PET e algodão cru têm preço variável entre R$ 5,99 e R$ 6,99 - depende do modelo escolhido e do supermercado. A ecobag mais cara costuma ser a de lona, por ser maior - o preço chega a R$ 13,99.
As opções mais simples para as compras semanais são as bolsas retornáveis, as chamadas ecobags, dizem os consumidores ouvidos pelo G1. "Acho a bolsa [retornável] mais prática porque tem as alças para carregar, você coloca uma em cada mão e já sobe [para casa] com as compras de uma vez. Não ocupa espaço, você sempre pode deixar uma dentro da bolsa", diz a advogada Luciana do Rosário Pires, de 33 anos, que fazia compras no Pão de Açúcar da Vila Clementino, na Zona Sul de São Paulo. Ela diz ter de oito a dez ecobags em casa.
Ana Carolina Mora, 23, e Caio Narezzi, 24, usando carrinho e ecobag (Foto: Rafael Sampaio/G1)Ana Carolina Mora, 23, e Caio Narezzi, 24, usando
carrinho e ecobag (Foto: Rafael Sampaio/G1)
Outros clientes preferem usar o carrinho com bolsa, que permite levar as compras sem fazer tanto esforço. O produto sai por R$ 49,90 nos mercados Pão de Açúcar e Sonda e R$ 22,90 em um modelo menor. O estudante Caio Narezzi, de 24 anos, levava um carrinho grande que ganhou de presente de aniversário da amiga Ana Carolina Mora, de 23, na hora de fazer compras no Carrefour da Rua Pamplona, na região central de São Paulo. "As sacolinhas de plástico não servem para nada, fazem muita bagunça na minha casa. Eu prefiro o carrinho", afirma o universitário.
Ambos não revelam o preço do carrinho, mas dizem que custou mais de R$ 70. Eles não dispensaram uma bolsa de pano para carregar o excedente das compras. "A questão ecológica é o principal fator para a gente", diz Ana Carolina. "Temos pelo menos cinco sacolas de pano e o carrinho."
Cálculo das compras
Com o fim das sacolinhas, o consumidor precisa também calcular, às vezes antes mesmo de sair de casa, o que precisa levar para guardar as mercadorias. A maioria dos clientes ouvidos faz compras semanalmente, e levam três ecobags para carregar os produtos. "Estou com três [ecobags] na mochila, eu passo no mercado toda semana. Três é suficiente", diz a fisioterapeuta Caroline Albuquerque, de 26 anos.
A fisioterapeuta Caroline Albuquerque, de 26 anos, usa três ecobags para fazer as compras da semana (Foto: Rafael Sampaio/G1)Caroline Albuquerque, de 26 anos, usa 3 ecobags
para compras semanais (Foto: Rafael Sampaio/G1)
Para compras mensais, os consumidores preferem usar caixas de papelão, que são adquiridas gratuitamente nos mercados, ou de plástico dobrável, cujo preço varia entre R$ 18,90 (15 litros), R$ 29,90 (35 litros) e R$ 39,90 (60 litros). É necessário usar de 10 a 12 caixas de papelão para levar as mercadorias. "É complicado fazer compra mensal, porque a família que faz essa compra tem que usar caixas. É muita coisa para levar na ecobag", afirma a terapeuta corporal Marina Allodi, de 42 anos.
Outra opção é usar carrinhos - o cálculo é que seja necessário ter pelo menos dois para levar as compras de um mês inteiro.
Alguns clientes, como Ana Carolina e Caio, preferem combinar uma ou duas ecobags com os carrinhos, de forma a distribuir melhor os produtos adquiridos
.

Faça já o seu pedido!

Contribua com o meio ambiente e o Planeta Terra:
Use produtos recicláveis e retornáveis.

Naqueles Tempos...

Naqueles tempos, quando a onda era verde e hoje?

Na fila do mercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram bem-vindos ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Realmente, meu filho, não havia essa onda verde no meu tempo. ”O empregado então respondeu: “Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente”. A senhora foi embora e eu sai dali matutando no que tinha ouvido.

E cheguei a conclusão que a coisa não era bem assim como o rapaz pensava. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes e cerveja eram devolvidas à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes do reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas dezenas ou centenas de vezes, sei lá.

E hoje o que se vê são milhares e milhares de latinhas de cerveja e refrigerante entupindo bueiros e degradando rios e mares e levando centenas de anos para se decompor e até que isso aconteça causando mortes e toda sorte de tragédias nas famílias (está inserido aí o astronômico consumo de álcool da atual geração).

Realmente, a geração da senhora não se preocupava com o meio ambiente. Subia-se as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e escritórios, movimentando o corpo, e não esperava-se o elevador, como a maioria dos jovens faz, no colégio ou no prédio onde mora, para ir do térreo ao primeiro andar. Caminhava-se até o comércio, ao invés de se usar o carro de 300 cavalos de potência, cada vez que se precisa ir à padaria da esquina.

O rapaz estava certo, a geração da senhora não se preocupou com o meio ambiente. Até então, as fraldas eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis (descartáveis apenas no nome, pois também levam décadas para se degradar).

Roupas secas: a secagem era feita não nessas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica (energias puras) é que realmente secavam as roupas que tinham sido antes dos irmãos mais velhos e não roupas compradas apenas pela febre do consumismo desenfreado.

Mas é verdade, não havia preocupação com o meio ambiente no passado. Naquela época, tinha-se somente uma TV ou rádio em casa e não uma TV e tantas parafernálias eletrônicas em cada cômodo da casa, gerando, para isso, um imenso consumo de energia.

Energia essa que para ser obtida irá produzir desmatamento, ruptura do equilíbrio ecológico, desvio de rios (basta ver o que acontece hoje em Belo Monte), extinção de animais e poluição da atmosfera num ciclo infinito (veja a tragédia da Usina Nucelar de Fukushima no Japão e a de Chernobyl, na Rússia).

E toda essa parafernália, com materiais altamente poluentes, onde será depositada, depois que estragar? Até quando a terra aguentará abrigar em seu seio tanto lixo? Na cozinha, batia-se tudo com as mãos, pois não havia aparelhos elétricos, que fazem esse processo como agora. Quando embalava-se um pacote frágil para o correio, usava-se jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets como hoje, que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos, não se usava motor à gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama movimentado pelos músculos. O exercício era extraordinário e não se precisava ir a uma academia e usar esteiras que também consomem energia (e nem vou falar nos anabolizantes).

E já que falei em anabolizantes, nem vou dizer que no tempo de juventude daquela doce senhora seus amigos não se utilizavam de cocaína, maconha, ecxtasy, heroína, crack, anfetaminas, LSD e por ai vai. Porque eram mais resolvidos consigo mesmo e não precisavam da proteção da droga para poder enfrentarem o mundo.

Mas você, meu rapaz, tem razão: não havia preocupação com o meio ambiente. Bebia-se diretamente da fonte, quando vinha a sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos e rios e somente se acabarão lá pelo ano (pasmem) 2400. Afiava-se a navalha, as tesouras e as facas, ao invés de jogá-las fora como hoje, só porque ficam sem corte, ajudando a aumentar os aterros sanitários com seus materiais plásticos poluentes.

As comidas eram naturais e sabia-se de onde vinha, não como hoje repletas de agrotóxicos, substâncias químicas e sal, contribuindo para o alto índice de colesterol e obesidade infantis, sem contar a desgraça dos refrigerantes e os alimentos geneticamente modificados.

Bem, meu caro rapaz, eu poderia ficar aqui citando exemplos que não acabam mais, no entanto, cansaria o leitor e contribuiria para o desconvívio familiar e a desagregação das relações interpessoais, pois no tempo da sublime senhora conversava-se, interagia-se, prosava-se, estreitava-se os laços de amizade e afeto cara-a-cara, pessoalmente, prazerosamente.

E não viva-se o tempo do silêncio familiar, da distância entre pais e filhos, entre marido e mulher, cada um preocupado com sua novela, seu filme, seu facebook, twiter, orkut e todas essas rede sociais.

Os jovens exercitavam os músculos do cérebro porque precisavam estudar e não tinham tudo de mão beijada dado pelo Google. E o resultado são esses milhões de jovens alienados e analfabetos mentais circulando por aí. Realmente, a senhora estava errada, quem dera que você também pudesse errar como ela e ouvisse do seu filho um dia a frase: “Pô, pai, como era bom viver no seu tempo. Você sim era maneiro e tirava onda, a onda era verde, pai, não era essa onda preta de hoje”. Naquele tempo...


Por Ludmila Stuart - Jornalista

Fonte: http;//www.jornalsobretudo.com

Dia Mundial do Meio Ambiente

Cinco de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente
Leia abaixo trecho de uma série de reportagens do caderno especial sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente publicado pelo Diário de Pernambuco. Depois siga o link para outras matérias muito interessantes sobre o tema.

O novo modelo verde de família
Em algumas casas, o comportamento mais sustentável já existe e começa a fazer diferença. Ele dita o mercado e serve de exemplo. (Diário de Pernambuco, Caderno Especial, 05/06/2010)

Depois do primeiro fim de semana em Cupira, no Agreste pernambucano, a família Dantas nunca mais foi a mesma. A casa de campo foi um verdadeiro divisor de águas. Eles estavam prontos para retornar à cidade quando perceberam o problema. Não havia serviço de coleta de lixo e, diferente do Recife, não bastava colocá-lo na porta para ele desaparecer. Sem uma solução melhor, eles voltaram os 167 quilômetros até a capital com os sacos no carro. Os meninos reclamaram do mau cheiro. Mas estava plantada a dúvida. A ruptura tinha acontecido. A crise do lixo desencadeou um novo estilo de vida. Eles se anteciparam a um padrão que, aos poucos, se torna obrigatório. Quase uma questão de ética com o planeta e as gerações futuras.

continuar lendo...

Dia de dizer NÃO às sacolas plásticas

Artigo publicado no caderno Vida Urbana do Diário de Pernambuco em 15/10/2009

Dia de dizer não às sacolas plásticas
Consumidor consciente // Ministério do Meio Ambiente lança data hoje para incentivar população a adotar novos hábitos

Esqueça as sacolas plásticas. Pelo menos no dia de hoje recuse esse tipo de embalagem se precisar ir à farmácia, à padaria ou a outros estabelecimentos prontos para distribuir plásticos. A proposta é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que lança oficialmente, às 10h, o Dia do Consumidor Consciente. Junto, vai o desafio de passar um dia inteiro sem sacos para despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a adotar hábitos mais racionais, usando bolsas retornáveis ou outras alternativas. A reflexão sobre as embalagens serve como ponto de partida para um questionamento maior sobre consumo. Precisamos mesmo de tudo o que compramos no ritmo do que descartamos fora?

A data vem junto com o reforço da campanha Saco é um saco, desenvolvida pelo MMA e Instituto Akatu (entidade paulista que defende o consumo consciente). O próprio ministro Carlos Minc vai inaugurar a campanha, hoje, em um supermercado no Rio de Janeiro. A intenção é descartar o impacto provocado nos recursos naturais pela fabricaçãoe manutenção dos "bens de consumo". A direção do Akatu esclareceu que a entidade atua para a mudança de comportamento dos consumidores de forma a contribuir para a sustentabilidade por meio das escolhas no consumo. A inauguração da data também virá com o lançamento do hotsite www.sacoeumsaco.com.br.

Mesmo antes da data, as idas ao supermercado na família de Karla Antunes se transformam em um momento de aprendizado para Maria Luiza, 8 anos. A mãe conta que aproveita os "pedidos" para discutir sobre consumo e o que é necessário. "Se deixar, ela quer tudo. Mas sabe que não é correto nem podemos levar", disse Karla, admitindo que os "exageros" - como os queridos salgadinhos - só nos fins de semana. Ela disse que aprova a celebração de datas como a mais nova criada pelo MMA por permitir a discussão. "Precisamos pensar sobre o impacto gerado pelo consumo exagerado na sociedade e no meio ambiente", comentou.

O diretor-presidente do Akatu, Helio Mattar, ressaltou que a data fortalece a atuação da entidade. "Nosso objetivo é mobilizar os brasileiros para o consumo consciente, a partir da comunicação sobre os impactos negativos do consumo acima do necessário", disse, citando a relação entre prédios em pé, consumo de energia e água com árvores derrubadas. A empresária Luciene Menezes ressaltou que fazer compras faz parte de seu trabalho, já que possui um buffet. Mas garante que quase nunca passa pelo desperdício. "Compro o que é necessário dentro de um planejamento e sempre reaproveito. As sacolinhas, por exemplo, servem para armazenar o lixo", destacou. A característica "retornável", defende o MMA, é a mais importante das sacolas resistentes (ou ecobags), perfil que é perseguido pelo conceito de sustentabilidade que visa aumentar a vida útil dos objetos no planeta. Um caminho que pode começar hoje com um "não, obrigada".

O impacto ambiental

- Em 2008, a Consumers International criou uma mobilização, nesta mesma data, para marcar a importância da educação para o consumo sustentável. Neste ano, o MMA lançou a data no Brasil

- Estima-se que 1,5 milhão de sacolas plásticas são consumidas a cada hora no Brasil. Os cálculos indicam que, no mundo, 500 bilhões sejam descartadas inadequadamente por ano, entupindo bueiros, causando enchentes e poluindo

- O animal que mais sofre é a tartaruga-de-couro, que confunde as sacolas com águas-marinhas e ingerem o plástico. Segundo o Projeto Tamar, uma em cada três tartarugas já ingeriram o plástico e podem morrer por asfixia ou desnutrição

- Em países como Espanha, Inglaterra e Alemanha, os supermercados cobram pelo uso das sacolas plásticas, estimulando outros tipos de embalagem. A prática vem se tornando mais comum no Brasil

Fonte: MMA e Instituto Akatu